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Vamos Colocar aqui algumas noticias fresquinhas sobre Angola retiradas de sites de notícias Locais.

 

 

30/06/2009 

 

 

 

Zon entra em Angola com 50 canais de televisão

 

o lançamento de uma operação de televisão por subscrição, está prevista para o próximo mês de Novembro.

A entrada da Zon Multimídia em Angola, com o lançamento de uma operação de televisão por subscrição, está prevista para Novembro, com a operadora a aguardar o lançamento do satélite W7, que vai transmitir os conteúdos da primeira aventura internacional da dona da TV Cabo. Até lá, a Zon, que já fechou acordo com a empresária angolana Isabel dos Santos, aguarda a atribuição das necessárias licenças por parte das autoridades de Luanda.

"A Eutelsat assinou um contrato com a Zon, com duração de cinco anos, para fornecer capacidade de satélite ao serviço de televisão da empresa para Angola", confirmou ao Diário Econômico Joaquim Pedro Pereira de Lima, gerente delegado da Eutelsat Madeira, que esteve envolvido nestas negociações.

Dados: Econômico Sapo.

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30/06/2009 

 

 

Gala de beneficência marca 33 anos de existência do Jornal de Angola

 

 Uíge - Uma gala de beneficência realizada sob a égide da Delegação local do Jornal de Angola, nesse fim-de-semana, em Negage, 37 quilômetros da cidade do Uíge, sede capital da província, marcou o 33º aniversário da criação do único diário.

A atividade, que visou angariar fundos para as crianças acolhidas no orfanato da Igreja Católica, em Negage, foi presenciada por governantes, entidades religiosas, membros do Governo da Província e outros convidados. Foi intercalada com danças e outras manifestações culturais.

Com duração de cerca de seis horas, a atividade, cujos ingressos foram comercializados no valor de 100 dólares americanos, foi abrilhantado pelo músico angolano Massoxi Maxi, proveniente da capital do país, Luanda.

Falando na ocasião, o diretor do Jornal de Angola no Uíge, José Bule, apontou como aposta da empresa, até final do presente ano, fazer chegar o jornal a todos os municípios e comunas, para permitir que os leitores do único diário do país sejam informados sobre a realidade nacional e internacional.

"Agora que a província ganhou 110 novos autocarros, acreditamos que estaremos em condições de formalizar contratos com as operadoras beneficiárias, afim de assegurarmos a presença dos produtos das Edições Novembro em todos os municípios
e comunas. Esta é, portanto, a principal aposta da Direção Provincial do Jornal de Angola até o final do ano", sublinhou o jornalista.

Apontou a falta de instalações próprias para o melhor desempenho das atividades deste órgão de Comunicação Social na província, como sendo a principal dificuldade deste.

Por sua vez, o vice-governador provincial do Uíge para a Organização e Serviços Técnicos, Pedro Vilhena Bomba, presente no ato, destacou o percurso histórico do Jornal de Angola por este respeitar a ética e a deontologia profissional

Elogiou, por outro lado, o trabalho desenvolvido pelos profissionais da Direção local do Jornal de Angola na divulgação das matérias relacionadas com as realizações do Governo da Província.

Na ocasião, o governante reafirmou o contínuo apoio do Governo da Província às iniciativas da Direção do Jornal de Angola.

Estiveram na gala, para além de governantes e religiosos, responsáveis dos órgãos de Comunicação Social públicos, nomeadamente da Agência Angola Press (Angop), da Televisão Pública de Angola (TPA), da Rádio Nacional de Angola (RNA) e jornalistas.

Dados Recebidos: Angop.

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29/06/2009 

FAO: Produção agro-pecuária é das que mais cresce em África

 

O diretor-geral do Fundo das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) considerou hoje em Luanda o crescimento da produção agro-pecuária de Angola um dos "maiores" de África.

Jacques Diouf, que chegou domingo a Luanda para uma visita oficial de dois dias, lembrou, no entanto, que Angola tem este crescimento a partir de uma base pequena, em resultado da prolongada guerra que o país viveu entre 1975 e 2002.

No final de um encontro com os ministros da Agricultura, Pedro Kanga, e do Ambiente, Fátima Jardim, Diouf disse ainda que Angola é um país que normalmente deveria poder exportar produtos agro-pecuários, mas admitiu que "depois tantos anos de guerra civil, de destruições, não é possível em alguns anos mudar tudo isso".

Nessa perspectiva, o senegalês ao serviço da ONU destacou a atividade levada a cabo por Angola na renovação das infra-estruturas, no desenvolvimento das capacidades, das estradas, dos sistemas de irrigação e de armazenamento de produtos agro-pecuários.

"Sem estas infra-estruturas, não haverá uma agricultura competitiva e produtiva. E é isso que o Governo está fazendo. Há também um Programa Nacional de Alimentação e de nutrição, em que temos trabalhado com o Governo de Angola", frisou.

Jacques Diouf considerou também a alta de preços dos alimentos um "problema geral", na medida que o seu impacto em 2007/2008 não permitiu à população pobre ter acesso a alimentos.

Situação que diz ter sido agravada pela crise econômica e financeira e que levou a um aumento do número de pessoas com fome, havendo agora "mais de mil milhões famintos no mundo".

"Isso é uma situação que requer uma reunião ao mais alto nível dos chefes de Estado e de Governo, numa Cimeira que vamos organizar em Novembro, em Roma, Itália, para discutir essa situação", anunciou.

Segundo o diretor-geral da FAO, os preços (dos alimentos) estão altos no mercado mundial, tendo baixado desde Junho de 2008, mas nos países em desenvolvimento, incluindo os de África, continuam "muito altos" devido à falta de "elasticidade da oferta" dos produtos agro-pecuários nos países em desenvolvimento.

Questionado sobre o encontro que manteve com os dois governantes angolanos, Jacques Diouf disse ter sido "muito importante", sobretudo com a ministra do Ambiente porque o desenvolvimento da agricultura, incluindo o cultivo, produção pecuária, das pescas, do sector florestal, são atividades que têm uma relação "direta" com o meio ambiente, em particular o uso da água e das terras.

Esta visita a Luanda enquadra-se na preparação da 26ª Conferência Regional da Organização para África, a decorrer em Angola em 2010.

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23/05/2009 

 

Estaremos ausentes das postagens, mas voltaremos em breve

visite os demais menus aqui no Angola-África.

Até Breve.

 

22/05/2009 

Brigada Jovem realiza actividades em saudação ao dia de África

A Brigada Jovem de Literatura (BJLA) realizará esta segunda-feira, na cidade do Huambo, um ciclo de atividades para comemorar o dia de África, que se assinala dia 25.

Segundo revelou hoje, quinta-feira, à Angop, nesta cidade, o secretário provincial da instituição, Alberto Praia, das atividades programadas constam o lançamento de duas obras literárias, cujos autores não mencionou, bem como uma palestra sobre "As potencialidades culturais do continente, com realce para a literatura".

Fez saber que o ponto alto das comemorações do dia de África, acontecerá na esplanada da direção provincial da Cultura, onde irão reunir-se escritores, atores, músicos e declamadores de poesia para refletirem sobre os mais variados aspectos.

A 25 de Maio comemora-se o dia de África, o 2º continente mais populoso e extenso do mundo, depois da Ásia.

A população de África é de mais de 800 milhões de habitantes, distribuídos em 54 países e representando cerca de um sétimo da população do mundo.

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Província do Huambo carece de unidade de descasque de café

 

O coordenador do núcleo do café da província do Huambo, Magalhães Alfredo Lourenço, informou hoje (quarta-feira) no Uíge que os produtores da região necessitam de uma unidade de descasque, rede de escoamento e comercialização funcional e uma estratégia de acesso ao crédito bancário.

Em entrevista à Angop, no âmbito da realização do Workshop sobre investigação científica e desenvolvimento do sector do café que decorre no Uíge, desde à manhã de hoje, Magalhães Lourenço, fez saber que atualmente estão registradas no Huambo 197 empresas familiares de produção de café, quatro medias e duas grandes empresas.

O responsável considerou que as características e da foclimáticas da província do Huambo podem torná-la em grande produtora de café, principalmente da espécie "Coffea Arábica".

Fez saber que o núcleo local do café está a efetuar, desde o mês de Abril deste ano, inquéritos aos produtores dos 11 municípios da província para identificar as suas dificuldades e a real situação da cafeicultura na região.

Dados do Instituto Nacional do Café revelam que os municípios sede do Huambo, Tchicala-Tcholoanga, Katchiungo e Londuimbali são os que melhores resultados apresentaram no passado e hoje ainda registram um número significativo de produtores.

Para o coordenador, a realização do Workshop sobre investigação científica e desenvolvimento do sector do café vai reforçar os conhecimentos ligados aos métodos de produção sustentável, num momento em que o mundo enfrenta uma crise econômica e financeira.

A produção do café, afirmou, pode contribuir para o aumento de receitas e melhoria das condições socioeconômicas dos produtores, sobretudo do sector familiar da província do Huambo.

O encontro decorre sob o lema "Angola, rumo a recuperação da cafeicultura angolana" e conta com a participação de investigadores e cientistas angolanos, brasileiros e portugueses, além de produtores e convidados.

 

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20/05/2009 

 

Asfaltados 900 quilômetros de estradas em Benguela

 

O director provincial do Instituto Nacional das Estradas de Angola (INEA )em Benguela, Henrique Victorino, anunciou segunda-feira, no Lobito, que 60 por cento de um total de 900 quilômetros de estradas a nível da região foram reparadas e asfaltadas fruto do empenho do Governo e demais empresas construtoras .

Em declarações a imprensa o responsável disse que a província registra poucos constrangimentos em termos de circulação
rodoviária sobretudo nos seus principais eixos ou troços considerados de utilidade nacional.

Henrique Vitoriano frisou que o INEA em Benguela está otimista que até final do presente ano, serão concluídas as obras de reparação e asfaltarem dos troços considerados de âmbito nacional com as ligações inter provinciais e municipais.

Neste momento de acordo com a fonte, esforços estão direcionados a conclusão das vias que ligam a sede de Benguela em direcção a comuna do Dombe Grande, (Baia Farta), do Bocoio ao Balombo bem como o que liga o município do Chongoroi (Benguela) com a municipalidade de Quilengues, província da Huíla.

Apesar dos avanços registrados Henrique Victorino apela as empreiteiras, a aproveitarem o tempo de cacimbo (seco), para acelerar os trabalhos.

Noutra vertente Henrique Victorino elogiou o Governo pelo fato de ter criado os centros de formação profissional que estão a formar jovens nas diversas áreas do saber.

O responsável destacou a importância dos mesmos (centros de formação) pelo fato de estarem a preparar jovens em matéria de construção de vias e sua conservação.

Em sua opinião, todos estes esforços farão com que as infra-estruturas erguidas, venham durar muito mais tempo de vida.

 

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15/05/2009 

Cinqüenta familias de deficientes inseridas em cooperativa agrícola

Cinqüenta famílias de portadores de deficiência vão ser inseridas no mercado de emprego através de uma cooperativa agrícola na província do Huambo no âmbito do projeto "Vem Comigo".

A informação foi prestada pelo coordenador do projeto, Silva Lopes Etiambulo, que referiu que o governo provincial cedeu um terreno com 470 hectares no município de Tchicala Tcholoanga onde está a ser implementada a cooperativa.

De acordo com o responsável, neste momento estão em fase de preparação de terreno para o próximo ano agrícola, onde serão produzidos cereais, hortícolas, tubérculos e se procederá a criação de gado bovino, caprino e avicultura.

Silva Etiambulo informou, por outro lado, que será criada na cidade do Huambo uma filial da escola de condução para portadores de deficiência que se prevê entre em funcionamento ainda este ano, cuja sede estará localizada em Luanda.

Esta filial do Huambo irá atender os portadores de deficiência e familiares das zonas Centro e Sul de Angola.

Enalteceu, na ocasião, o apoio prestado pelas autoridades governamentais da província do Huambo ao projeto "Vem Comigo", apelando a organismos similares a seguirem o seu exemplo.

O projeto "Vem Comigo" iniciou a 22 de Abril de 2003 no município do Dande, província do Bengo, num acto presidido pela primeira- dama, Ana Paula do Santos, como presidente do Fundo de Solidariedade Social "Lwini" e do ministro da Administração Pública, Emprego e Segurança Social, Pitra Neto.

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"Crescer em Angola é mais fácil de dizer do que fazer"

 

Emídio Pinheiro, administrador do banco Fomento e Angola, que já conta com mais de 600 mil clientes, garantiu hoje que pretende continuar a desenvolver a atividade, apesar de realçar que "crescer em Angola é mais fácil de dizer do que fazer".

O administrador daquele que é considerado o maior banco privado em Angola, que recentemente abriu o capital à Unitel, de Isabel dos Santos, sublinhou ainda que a empresa de telecomunicações já conquistou mais de cinco milhões de clientes.

"A Unitel tem neste momento uma campanha em curso para festejar os cinco milhões de clientes", afirmou o administrador do Banco Fomento e Angola (BFA) na conferência "Relações Econômicas Portugal Angola", organizada pelo Diário Econômico.

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14/05/2009 

Embaixador angolano inaugura Chancelaria de Defesa

Beijing - O embaixador, João Manuel Bernardo, procedeu a inauguração simbólica, no passado dia 8 de Maio (sexta-feira), nesta cidade, das instalações da Chancelaria de Defesa junto da Embaixada de Angola na República Popular da China.

O chefe da missão diplomática angolana, em Beijing, considerou a abertura da representação militar como “um marco muito
importante no reforço da cooperação” histórica existente entre Angola e a República Popular da China.
“A abertura oficial desta representação militar da República de Angola na República Popular da China é um marco muito importante no reforço da nossa cooperação”, estampou no livro de memórias, o diplomata angolano.

João Manuel Bernardo aproveitou o ensejo para desejar maiores sucessos nesta cooperação, enaltecendo os esforços de todos
quantos, direita ou indiretamente, contribuíram para a realização deste desiderato.

Oficialmente, a Chancelaria de Defesa de Angola junto da Embaixada de Angola, em Beijing, iniciou as suas funções a 18 de
Fevereiro passado, e até então, vinha funcionando em instalações provisórias.

O adido de Defesa, acreditado junto da Embaixada de Angola em Beijing, brigadeiro Barbosa Epalanga, ao longo deste período tem
participado em diversas atividades programadas pelo Ministério da Defesa Nacional da República Popular da China e em outras
atividades no quadro da Associação dos Adidos de Defesa, sedeada em Beijing.

O novo funcionário diplomático angolano, brigadeiro Barbosa Epalanga tem 48 anos de idade, casado e pai de 4 filhos e até a
data da sua nomeação exerceu as funções de chefe do Departamento de Relações Interministeriais da Direção Nacional de Política de Defesa do Ministério da Defesa Nacional (MINDEN).

O ato de abertura oficial da Chancelaria de Defesa angolana em Beijing foi testemunhado por funcionários diplomáticos da
Embaixada de Angola na República Popular da China entre outros.

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Angola: Americana Delta Airlines poderá começar a voar para Angola em Setembro

Luanda, Angola, 13 Mai - A possibilidade de a companhia aérea Delta Airlines estabelecer ligações entre Angola e os Estados Unidos da América foi terça-feira abordada em Luanda entre o primeiro-ministro, Paulo Kassoma, e o embaixador norte-americano, Dan Monzena.

No final do encontro que manteve com o primeiro-ministro, o embaixador dos Estados Unidos da América em Angola disse que a inauguração dos vôos diretos poderá ocorrer em Setembro próximo.

No encontro foi igualmente analisada a agenda da visita do ministro das Relações Exteriores, Assunção dos Anjos, aos Estados Unidos da América, na próxima semana, bem como a crise financeira mundial.

Dan Monzena destacou o programa de voluntários norte-americanos que consiste na instrução da língua inglesa em Angola, lembrando que o Eximbank anunciou, há um mês, a concessão de um crédito no valor de 120 milhões de dólares.

Em declarações transmitidas pela Rádio Nacional de Angola, o embaixador disse que os Estados Unidos da América e Angola assinam na próxima semana um acordo comercial e de investimento a fim de aprofundar as relações comerciais bilaterais.

Angola é o terceiro parceiro comercial dos Estados Unidos da América na África sub-saariana devido fundamentalmente às exportações angolanas de petróleo enquanto Angola compra produtos industriais, nomeadamente equipamento petrolífero e de mineração.

Dados Cedidos: Macauhub

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Modernização dos caminhos-de-ferro vai trazer benefícios à economia do país

Lubango - Diretores dos caminhos-de-ferro de Luanda, Benguela e de Moçâmedes consideraram hoje (terça-feira), no Lubango (Huíla), que o programa de reestruturação e modernização dos serviços ferroviários do país vai trazer benefícios satisfatórios para o desenvolvimento sustentável do sector e da economia angolana.

Falando à Angop, à margem do seminário nacional sobre a reestruturação e modernização dos Caminhos-de-Ferro de Angola, os gestores disseram que este programa esta a trazer uma outra imagem as três empresas públicas do sector ferroviário angolano.

O diretor do Caminho-de-Ferro de Luanda, Manuel Gourgel, adiantou que o programa de reestruturação e modernização da empresa que dirige, que está a incidir sobre as linhas circulares urbanas, extensão da rede a outras localidades, bem como a construção
de subestações, já está a trazer benefícios.

O diretor disse que o programa será benéfico nas áreas onde os cidadãos os vão usar para transportar produtos do campo para a cidade e trará outra dinâmica no atendimento ao público e receitas para o estado.

Para Daniel Kipaxi, director Caminhos-de-Ferro de Benguela, o programa em curso de reestruturação já possibilitou a reabilitação da linha entre Lobito e Bié, estando previsto para este ano a chegada até Moxico.

O gestor sustentou que o programa já está a dar os seus primeiros frutos, e terá que implementar, com urgência, um programa de formação de técnicos, para que se dê resposta aos investimentos que estão a ser feitos pelo Estado.

O diretor do Caminho-de-Ferro de Moçamedes, Júlio Bango Joaquim, afirmou que os avanços que se registram com a implementação do programa enchem de satisfação os trabalhadores do sector e os usuários destes serviços, pois a empresa contratada para o efeito esta a cumprir com pressupostos acordados.

Segundo o responsável dos CFM, depois da reabilitação e modernização destes serviços na região a prioridade vai para a qualificação dos quadros que vão manusear os modernos equipamentos que estarão a disposição.

As obras dos três caminhos-de-ferro devem estar concluídas no final de 2010.

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Manuel José oficializado em Angola

 

Manuel José foi ontem anunciado oficialmente como novo seleccionador de Angola.

O técnico assinou um contrato válido por um ano, com mais dois de opção, anunciou o presidente da Federação angolana de futebol (FAF), Justino Fernandes. A principal meta é, segundo o dirigente, "vencer a Taça das Nações Africanas [CAN]" organizada pelos angolanos em Janeiro de 2010. "É desafio aliciante. Contrataram-me para tentar ganhar e quero corresponder", disse ontem Manuel José, de 63 anos.

O algarvio começa a trabalhar nos Palancas Negras a partir do próximo dia 1 de Junho, depois de ter acordado a rescisão, no final deste mês, do vínculo que o liga aos egípcios do Al-Ahly até 2010.

Justino Fernandes revelou ainda que a FAF também negociou com o brasileiro Luiz Felipe Scolari, ex-selecionador de Portugal, mas foi o treinador português o que "melhores condições ofereceu" e conhece melhor o futebol africano. Em Angola, os adeptos brindaram ao novo selecionador.

 

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13/05/2009 

Plano estratégico da Comunicação Social vai custar mais de 63 milhões de kwanzas

 

Huambo – Sessenta e três milhões e 358 mil kwanzas foi o valor aprovado pelo Governo da Província do Huambo para a implementação do plano de necessidades estratégicas para o funcionamento e desenvolvimento do sector da Comunicação Social para o biênio 2009/2010.

O montante, aprovado durante a terceira sessão do Governo da Província do Huambo, será empregue na aquisição de meios técnicos para a rádio, Agência Angola Press (Angop), Televisão Pública de Angola (TPA), Jornal de Angola e o Centro de Documentação e Informação do Governo.

Em declarações à Angop, o diretor provincial da Comunicação Social do Huambo, António Joaquim Neves, informou que os equipamentos serão instalados em 26 comunas do interior da província, que inclui um sub-plano de extensão da informação televisiva às zonas rurais.

“A ação do Governo visa melhorar o comportamento moral e cívico das populações nos centros urbanos e rurais, por formas a haver um desenvolvimento harmonioso em todos sectores, numa altura que o sector está preocupado com a formação de quadros, por formas a haver uma informação precisa, por parte dos especialistas de informação”, disse.

Durante a terceira sessão do Governo da Província do Huambo, foi igualmente aprovado o premio anual de desporto motorizado denominado “Huambo Cidade Vida” e os membros apreciaram o programa de construção de campos pelados de “futebol
11”, bem como as pequenas quadras poli desportivas nas unidades escolares.

Os membros do Governo do Huambo foram igualmente informados sobre o início do registo eleitoral, da gripe-A, o arranque das aulas do Instituto Superior Politécnico e do combate da malária, bem como das reservas fundirias por formas a haver uma urbanização ordenada ao nível da região.

Os trabalhos da terceira sessão do Governo da Província do Huambo foram orientados pelo governador Albino Malungo, onde foram igualmente analisados os planos de intervenção municipal do Bailundo, Katchiungo, Tchidjenje, Huambo, Logonjo, Mungo e Ukuma.

Dados Cedidos: Ango

 

13/05/2009 

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Relações entre EUA e Angola estão mais fortalecidas - Dan Mozena

 

O embaixador dos Estados Unidos em Angola, Dan Mozena, considerou hoje, segunda-feira, em Luanda, excelentes e cada vez mais fortalecidas as relações de cooperação entre os dois estados.

O diplomata norte-americano manifestou tal posição no final de uma audiência que lhe foi concedida pelo ministro angolano das Relações Exteriores, Assunção dos Anjos.

"Discutimos sobre muitas coisas, em especial as relações entre os dois países que são muito boas e a fortalecerem-se cada vez mais (...)", frisou o embaixador norte-americano em Angola.

Segundo Dan Mozena, o ministro das Relações Exteriores vai efetuar a partir da próxima semana uma visita de trabalho ao seu país, para assinar um acordo sobre comércio e investimento.

 

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12/05/2009 

Angola e Guiné-Bissau têm excelentes relações, diz ministra guineense

Dakar, Senegal (Do Enviado Especial) - As relações entre Angola e a Guiné-Bissau são excelentes, considerou hoje (segunda-feira), em Dakar, a ministra guineense da Economia, Plano e Integração Regional, Helena Nosolini Embala.

Em declarações à Angop, em Dakar, onde a governante se encontra a participar nas assembleias anuais do Grupo do Banco Africano de Desenvolvimento (BAD), Helena Nosolini disse que as "relações são históricas entre dois países irmãos e excelentes", em todos os domínios.

Quanto à situação interna na Guiné-Bissau, a ministra afirmou que o seu governo está empenhado na mobilização de todos os actores políticos e a sociedade civil, em geral, para contribuir na estabilidade política e administrativa, condição "sine qua non" para o crescimento económico e desenvolvimento do país.

De acordo com Helena Nosolini, o país retomará o ciclo normal político com a realização das eleições presidenciais previstas para 28 de Junho do corrente ano.

A República da Guiné-Bissau está sem presidente eleito, na sequência do assassinato do então chefe de Estado João Bernardo “Nino Vieira”, a 2 de Março último.

Dados Cedidos: Angop

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Pessimismo cresce nas previsões de crescimento para Angola

O ano de 2009 vai ser de forte desaceleração da economia angolana, levando-se em consideração as previsões dos organismos internacionais com maior credibilidade, que indicam que a “culpa” maior é da queda do petróleo nos mercados internacionais.

Um dos primeiros alertas partiu do Banco Mundial com o relatório de janeiro, assinado pelo seu economista chefe em Luanda, Ricardo Gazel, que afirmou que Angola pode sofrer contrações em 2009 “pela primeira vez nos últimos anos”, devido ao recuo “dramático” das receitas petrolíferas.

Ainda em janeiro, a Economist Intelligence Unit (EIU), agregada a revista inglesa The Economist, defendia que a economia angolana vai encolher este ano, devido à quebra acentuada da produção e do preço do petróleo, destacando que poderá voltar a crescer em 2010.

A EIU esperava que “o efeito combinado de menores receitas das exportações petrolíferas, quebra no investimento estrangeiro e desaceleração do investimento público arrastasse o PIB real para um crescimento negativo pela primeira vez desde 1993".

Garantia

Aos indícios de que a crise mundial iria afetar a economia do país, o governo angolano, através do ministro da Economia, Manuel Nunes Júnior, logo no início de fevereiro, dava públicas garantias de que, mesmo em desaceleração, o crescimento angolano iria ficar acima dos 3%.

Júnior justificou a previsão com um aumento do PIB per capita, tendo em conta que o crescimento demográfico previsto se situa abaixo de 3%.

Embora o Conselho de Ministros tenha aprovado, entretanto, um plano anticrise que visa, entre outros objetivos, o congelamento dos investimentos não prioritários na área do programa de reconstrução nacional, delineado após o fim da guerra civil, em 2002.

Ainda em Março, era a vez de o banco português BPI, através de um estudo, defender que a economia angolana deverá recuar 3% neste ano, em vez do crescimento de 11,8% inicialmente previsto por Luanda.

As previsões do gabinete de estudos econômicos do BPI eram, naquele momento, mais negativas que as do Fundo Monetário Internacional (FMI), que, em outubro de 2008, previa uma evolução de 4%, mas já admitiu, posteriormente, que a economia angolana pode não crescer.

Queda do petróleo

Em abril, o Banco Mundial (BM) voltava a lembrar que o setor petrolífero gerou receitas de US$ 3 bilhões por mês, entre janeiro e outubro de 2008, descendo depois este valor para metade em novembro e dezembro, chegando em janeiro deste ano a menos de US$ 900 milhões.

Seguindo a linha das previsões negativas para o desempenho da economia angolana, já esta semana a OCDE, num relatório elaborado em conjunto com o Banco Africano de Desenvolvimento (BAfD), estima um crescimento negativo de 7,2%. Razão: o petróleo, mais uma vez.

Se em relação às anteriores previsões, o ministro da economia angolano destacava a convicção de Luanda de que o crescimento para 2009 vai permanecer acima dos 3%, confrontado pela Agência Lusa sobre as previsões da OCDE e do BAfD, Nunes Júnior optou por não comentar.

No entanto, tal como em todas as previsões anteriores elaboradas por organismos internacionais, também a OCDE e o BAfD apontam para 2010 o regresso a um crescimento positivo, desta feita de 9,3%.

Angola é um dos maiores produtores de petróleo africanos e o mais importante da África subsaariana com 1,6 milhões de barris/dia, devido a imposições da OPEP, já que seu potencial, segundo explicou Manuel Nunes Júnior em Londres, Inglaterra, é de 2,1 milhões.

Reportagem de: Ricardo Bordalo, da Agência Lusa

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Angola vai contrair 7,2% em 2009

 

A economia angolana vai ser das mais afetadas pala crise mundial no continente africano devido à "contração bruta dos fluxos financeiros" para o país, disse ontem um relatório divulgado ontem pela Organização de Desenvolvimento e Cooperação Econômica (OCDE).

O PIB angolano vai perder 23 pontos percentuais no seu crescimento este ano. De uma expansão de 15,8% em 2008, Angola vai sofrer uma contração de 7,2% em 2009.

Após cinco anos de forte crescimento, a economia africana deverá conhecer "uma compressão brutal" em 2009, devido à crise mundial que poderá afetar alguns avanços democráticos no continente, alerta a OCDE.

O Produto Interno Bruto (PIB) africano deverá aumentar 2,8%, ou seja, menos de metade do registrado em 2008 (5,7%), antes de uma "retoma moderada" em 2010 (4,5%), prevê a OCDE, considerando otimista tais previsões.

"A integração progressiva do continente africano na economia mundial, desde há 15 anos, aumentou a sua fragilidade (...) face às contrações bruscas dos fluxos financeiros", refere-se no relatório, evocando nomeadamente a redução das transferências de dinheiro dos trabalhadores emigrados devido à crise.

Os países africanos são também fortemente afetados pelo afundamento do comércio mundial e a desvalorização das matérias-primas (petróleo e cobre...) o que amputa as suas receitas, ameaçando "a esta macroeconômica recente tão duramente adquirida", segundo o relatório.

Quatro dos 52 países analisados verão assim o PIB diminuir no corrente ano: Seichelles (-0,4%), República Democrática do Congo (-0,6%), o Chade (-0,7%) e sobretudo Angola, país exportador de petróleo, que poderá perder num ano 23 pontos de crescimento (de + 15,8 por cento, em 2008, para -7,2% neste ano). Primeira economia do continente, a África do Sul também não será poupada: o PIB deverá progredir 1,1% no ano em curso.

Dados cedidos: OJE

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20/04/2009 

Ponte do rio Kussava está a ser reparada


A via Huambo/Luanda/Benguela está reposta desde o meio-dia de ontem, com a conclusão da montagem da ponte alternativa sobre o rio Kussava.
Uma nova ponte de betão sobre o rio, 12 quilômetros a Norte da cidade do Huambo, começou a ser construída sexta-feira, para a melhoria da circulação na estrada Huambo/Luanda/Benguela, via Alto Hama.
A ponte vai ter uma estrutura mista, com um tabuleiro de aço e betão e capacidade para caminhões até 50 toneladas.
A construção da nova ponte sobre o rio Kussava tem uma duração de cinco meses e o valor da empreitada é de 3,5 milhões de dólares. O fiscal da obra, José Correia, salientou que os trabalhos começaram com a remoção da ponte metálica sobre o rio.
O comandante da Unidade Operativa do Huambo, intendente Fernando Mação, disse que devem ser montadas ao longo das duas linhas de acesso à ponte guardas de betão armado, tendo em conta o maior declínio do desvio, para evitar acidentes no local.
O intendente Fernando Mação defendeu a necessidade de melhorar a sinalização nos dois sentidos, principalmente para os camiões articulados, porque o desvio se encontra muito próximo da ponte.
Para justificar o seu ponto de vista, o intendente Fernando Mação afirmou que na ponte sobre o rio Kuito, na mesma via, se registam semanalmente entre três e quatro acidentes mortais, por existir má sinalização.

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Arte contemporânea de Angola chega a São Paulo

 

Arte contemporânea de Angola chega a São Paulo

Na Avenida São João, uma das mais antigas artérias de São Paulo, uma galeria recentemente inaugurada apresenta as obras de quatro jovens artistas plásticos angolanos.


 

Embora não seja a primeira vez que obras de arte angolana são mostradas ao público brasileiro, a Soso-Arte Contemporânea Africana, assim se denomina o novo espaço dedicado às artes plásticas, é a primeira galeria que aposta na criatividade de artistas do país. Uma aposta feita por um empresário também angolano, Mário Almeida, que procura unir num laço empreendedor Luanda e São Paulo.

Do outro lado da Avenida São João, agora calçada e fechada ao trânsito, uma construção de meados do século passado é outra das apostas do empresário angolano. O Hotel Central – à semelhança dos velhos hotéis centrais de outras capitais – já viveu tempos melhores.

Mas se o presente ainda não lhe devolveu o esplendor de outras épocas, dentro de um ou dois anos deverá estar recuperado, acompanhando os programas de revitalização lançados pela Prefeitura para esta área da cidade, próxima ao Teatro Municipal, à Bolsa e de vários outros edifícios que reflectem, na grandiosidade ou na traça arquitectónica, os diferentes ciclos de riqueza por que passou o maior centro financeiro e industrial do Brasil.

Por enquanto, o Hotel Central, projecto do arquitecto Ramos de Azevedo, acolhe os artistas angolanos que vêm a São Paulo dar a conhecer os seus trabalhos. Foi nele que ficaram hospedados Yonamine, Kiluanji, Cláudia Veiga e Ihosvanny, os quatro artistas trazidos pela Soso, em parceria com a Fundação angolana Sindika Dokolo – criada por um empresário e mecenas de ascendência congolesa e dinamarquesa, radicado em Luanda, casado com Isabel dos Santos, uma das filhas do Presidente José Eduardo dos Santos – para exporem algumas da suas obras na inauguração da galeria.

Dados: Alfredo Prado, Brasília, da revista África 21 *

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17/04/2009 

 

Angola e Zâmbia decidem suprimir vistos em passaportes diplomático e de serviço

 

As repúblicas de Angola e da Zâmbia decidiram quinta-feira, em Luanda, durante a terceira sessão da Comissão Bilateral, a isenção de vistos em passaportes diplomáticos e de serviço.

O acordo faz parte dos cinco instrumentos jurídicos assinados, esta tarde, pelo ministro dos Transportes, Augusto Tomás, por Angola, enquanto pela Zâmbia, féz o titular dos Assuntos da Presidência, Ronald Mukuma.

O pacote acordado contempla tratados sobre Auxílio Judiciário Mútuo em matéria penal, extradição e a transferência de pessoas
condenadas, assim como sobre o Processo Verbal da III Sessão da Comissão Bilateral Angola/Zâmbia.

Na cerimônia, o ministro Augusto Tomás ressaltou a disponibilidade recíproca, uma vez que os acordos rubricados dão resposta as
orientações dos líderes dos dois países, nomeadamente José Eduardo dos Santos e Ruphia Banda, no sentido de que sejam equilibradas as relações políticas e de cooperação.

Acrescentou que, no futuro, poderão ser acordados outros protocolos, no intuito de, cada vez mais, garantir uma maior mobilidade de pessoas e bens, assim como consolidar as relações nos distintos domínios da vida econômica e social.

Já o governante zambiano referiu que estes acordos abrem um novo capítulo nas relações bilaterais, depois de há muito as autoridades angolano-zambianas não se reunirem, a nível desta estrutura.

Estes novos acordos (os anteriores remomtam a 1989), disse Ronald Mukuma, facilitarão a cooperação, para benefício de ambos povos.

Ressaltou, em particular, a urgência em obter-se um acordo relativo aos Caminho-de-Ferro de Benguela (CFB), explicando que esta rota poderá jogar um grande papel importante no domínio econômico para o seu país na medida em que os portos de Angola são os mais próximos para escoamento e entrada de produtos, face a localização geográfica da Zâmbia, sem saída direta para o mar.

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Angola e Brasil assinam acordo de cooperação

 

Angola e o Brasil assinam hoje, sexta-feira, em Luanda, um acordo de cooperação no domínio do Turismo, conforme nota de imprensa do Ministério angolano das Relações Exteriores (Mirex), distribuída quinta-feira.

Serão signatário do protocolo, cuja cerimônia terá lugar, a partir das 10 horas, no Salão Nobre do Mirex, os ministros da Hotelaria e Turismo de Angola, Pedro Mutinde, e do Brasil, Luiz Barretto Filho.

O Brasil foi o primeiro país a reconhecer oficialmente a independência da República de Angola, proclamada em 11 de Novembro de 1975 e, desde então, as relações bilaterais têm sido muito estreitas nos mais diversos domínios.

 

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16/04/2009 

 

Projecto de instalação da rede de telecomunicações termina em Dezembro
 

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O projecto de instalação da rede de telecomunicações “backbone”, em fibra óptica, em todo o país, da operadora da rede fixa Angola Telecom, iniciado há mais de dois anos, será concluído em Dezembro do ano em curso, segundo o presidente do conselho de administração da empresa, João Avelino Manuel.

João Avelino Manuel, que efectua desde hoje (quinta-feira), uma visita de trabalho de dois dias à cidade do Huambo, com o propósito de constatar o grau de implementação dos projectos em curso, disse a imprensa logo após a sua chegada que o programa decorre a bom ritmo apesar de alguns constrangimentos relativos a desminagem ao longo das vias.

Sem precisar a quantidade de cabos instados, o gestor referiu que, apesar dos constrangimentos, a maior parte dos projectos decorre dentro dos prazos estabelecidos.

Segundo João Manuel, o projecto da Angola Telecom, que contempla a instalação dos respectivos equipamentos de transmissão, além de permitir a interligação da rede de telecomunicações entre as diferentes regiões de Angola, vai possibilitar ao país ter uma rede com maior capacidade e velocidade de transmissão de informação, maior fiabilidade e uma qualidade de serviços a altura das exigências do mercado.

"Os trabalhos de instalação do “backbone” em fibra óptica decorrem a bom ritmo estando já, alguns dos troços rodoviários do projecto, concluídos e em fase de testes de aceitação, assim como outros em vias de conclusão", precisou o responsável.

Os cabos de fibra óptica que estão a ser instalados no Huambo vão interligar as províncias da Huíla, Benguela, Bié e no município do Waco Kungo (Kwanza Sul), um trabalho cuja conclusão está aprazada para Julho e Agosto.

Garantiu que os municípios próximos do traçado da fibra óptica serão os beneficiários directos, enquanto os que se encontram mais distante da rede vão beneficiar do sistema a base de satélite de V-Sat.

O projecto de instalação de fibra óptica da província do Huambo será apresentado hoje (quinta-feira), pelo presidente da Angola Telecom aos membros do governo da província do Huambo.

Na sexta-feira, João Avelino Manuel vai testemunhar também a inauguração da loja da telefonia móvel Movicel, instalada junto do edifício da Angola Telecom.

 

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Reviver a partida para Angola.

 

Ex-combatentes, todos com 70 anos, revivem partida para Angola em 1961
Ex-combatentes açorianos na guerra colonial assinalam sábado três datas que os marcaram: 49 anos da «entrada para a tropa» (1960), 48 da partida para Angola (1961) e o facto de todos fazerem, este ano, 70 anos.

 

Cerca de 50 militares encontram-se sábado na freguesia dos Biscoitos, numa missa e num jantar, para assinalarem as datas e recordarem os momentos mais marcantes.

Dos tempos da partida, em 1961, e da vida em Angola, o soldado José Ferreira Barcelos recorda: «Os açorianos viajaram no porão do Vera Cruz como sardinha em lata» rumo à guerra colonial.

José Ferreira Barcelos, o soldado 174, torna-se sério quando fala «das balas que nos passaram por cima, da fome e sede que passaram» mas sorri quando diz que «nenhuma das ilhas morreu». «Tínhamos um bom comandante, um grande açoriano, o capitão Paulo Carvalho», recorda.

Mas lamenta «a única morte de um soldado, camarada da companhia, que era do continente português». Como lamenta a «morte de alguns outros camaradas de armas, de outras companhias» o que os fazia pensar que na próxima podiam ser eles. «Era triste e desagradável».

O que recusa falar é do sexo entre os militares e as nativas: «Isso não entra na história. É um segredo muito profundo que vai comigo, e julgo que com os outros, para a cova». Garante que «não tem medo» de lhe aparecer ninguém a reclamar a paternidade: «Isso não vai acontecer. Tenho a certeza absoluta».

Tanta certeza não tinha quando partiu para Angola porque «o que ouviam, à boca pequena, era que aquilo por lá estava mau».

Partiram, do Batalhão de Infantaria nº. 17 de Angra do Heroísmo, para Lisboa em Abril de 1961 “e logo de seguida para Angola” numa viagem no navio Vera Cruz que levava 3.600 militares a bordo. Foram o primeiro contingente militar a chegar a Angola depois de ter, oficialmente, rebentado a guerra com os acontecimentos de 4 de Fevereiro de 1961 em Luanda.

«Nós, os açorianos, íamos no porão. Era autenticamente sardinha em lata. Apesar dos receios só queríamos era chegar ainda que nos dissessem que por lá o sol abrasava muito».

Primeiro Luanda, uns dias no Grafanil (quartel), depois numa fragata da marinha a caminho do Congo Belga. A memória de José Ferreira Barcelos desfia, com a precisão de um relógio, as localidades porque passou em operações: Ambrizete, Bessa Monteiro, Quibala do Norte e Tambouco, onde se alojaram num convento de freiras.

O final, antes do regresso «à santa terrinha» foi a defesa através de um cordão de segurança à cidade de Luanda. «Chegamos nas vésperas do Natal de 1962. Vínhamos rotos, cheios de fome e de sede. Uns farrapos», diz com os olhos postos no horizonte da ilha, lá para longe, depois do mar.

Entre a ida e o regresso a 23 de Julho de 1963, ainda teve tempo de «ouvir as balas zumbir por cima da cabeça» e os soldados portugueses a ripostar «primeiro com a espingarda Mauser, mais tarde com as G-3». Houve mesmo uma altura, relembra, que «nos cercaram e bombardearam com tal violência que foi preciso vir a aviação e a artilharia».

A companhia nunca viu nenhum dos seus membros ser capturado mas também não caçaram, nunca, nenhum guerrilheiro. «Víamo-los ao longe e eles a nós. Quando entravamos em algumas aldeias tínhamos quase a certeza que estavam por ali meia dúzia deles misturados com a população». Combates foram alguns mas o mais marcante foi aquele em que «levamos um dia para fazer seis quilômetros. Era morteirada feia», sublinha muito sério.

O pior era a fome e a sede, lembra José Ferreira Barcelos explicando que "o que nos salvava era a fruta como as bananas, goiaba, abacaxi e as laranjas que surrupiávamos das fazendas". A comida nos aquartelamentos "não era grande coisa" porque era monótona, frequentemente "o feijão com cabeça de porco, arroz caldeado com piscas (bocadinhos) de carne, atum e sardinha em lata, uma sopa que era quase só água" e as famosas "bolachas Maria". O peixe era raro e confirma, apesar da memória viva, de «não se lembrar de comer peixe». A cerveja, «que havia em abundância, era barata», 2,50 angolares (a moeda de Angola na altura) e «o tabaco também era muito e barato».

Durante as patrulhas e as rusgas do mato, por vezes ao longo de dias seguidos, tinham de se valer da ração de combate e das frutas «a que passávamos cinco dedos nas fazendas». Da ilha a África, se já era longe para os navegadores que abriram trilhos para as caminhadas marítimas nas descobertas do século XVI, ainda o era mais para fazer chegar «as lambices da terra que a minha mãe preparava», diz José Ferreira Barcelos.

«Cheguei a receber, numa lata de banha para chegarem em bom estado, os torresmos de porco fritos», o que deu para organizar uma almoçarada com os camaradas mais chegados. Regressar foi, pois, «uma alegria em todos os aspectos, principalmente porque estava vivo e deixava para trás um tormento», diz com a voz algo embargada.

De positivo, José Ferreira Barcelos, tira «o bom ordenado que recebia. Eram 900 escudos, 700 de ordenado e 200 de subsídio de refeição e de campanha».

Cá longe nas ilhas, onde a mãe e o pai, «rezavam ao Divino Espírito Santo pela minha sorte» a vida era difícil e eu ajudava «enviando, todos os meses, 400 escudos». Entre o deve e o haver, José Ferreira Barcelos juntou 13 mil escudos, «dinheiro que serviu para começar a casa e a profissão de carpinteiro, a tempo inteiro, e de lavrador nas horas vagas».

«Todos os anos, na data certa, nos juntamos, para saber como estamos e desfiar hoje umas, para o ano outras, memórias de um tempo que não volta mais», conta.

Foi, assegura, «duro» mas à distância de quase meio século, e com a vida ainda a fluir, relembra mais «os bons momentos que também os houve».

Dados da:Lusa / SOL

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15/04/2009 

 

 

Habitantes do bairro da Boavista beneficiam de novo sistema de água
 


A população do bairro da Boavista, no Lobito, província de Benguela, ganhou, recentemente, três chafarizes e um fontanário.
As infra-estruturas foram erguidas no quadro do programa governamental de fornecimento de bens essenciais à população.
O projecto beneficia mais de cinco mil habitantes, disse segunda-feira à Angop o coordenador da comunidade, Pedro Ndunda.
A cidade do Lobito conta com dois sistemas de abastecimento de água potável (o projecto Águas de Benguela e o chamado Sistema Velho), que abastecem de forma regular a população.

 

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14/04/2009 

 

Paz permitiu criar condições para bem estar dos angolanos

 

O Presidente da Associação Nacional de Deficientes de Angola, Silva Lopes Etiambulo, considerou em Luanda que a paz permitiu a criação de condições para o bem-estar de todos os angolanos.

Silva Etiambulo que prestava declarações à Angop no âmbito do sétimo aniversário da assinatura dos acordos de paz que se assinala a 4 de Abril referiu que neste período foi possível a formação profissional de muitos portadores de deficiência e a criação de cooperativas agrícolas, uma vez que as matas que outrora metiam medo à população agora estão livres e estão a ser desminadas.

“Esta ação está a permitir que os agricultores entre eles portadores de deficiência e suas famílias se engajem na agricultura permitindo a produção de alimentos e contribuindo na redução da pobreza que se fazia sentir nos momentos de guerra”, referiu.

Segundo a fonte, outro dos benefícios da paz é que o governo agora está mais capacitado de planificar melhor as poucas riquezas do país, as quais estão a ser distribuídas equitativamente em todo território nacional.

“É também no período da paz que o governo está a conseguir reabilitar as pontes destruídas pela guerra, está a construir mais escolas, hospitais inclusive institutos médios e superiores de modo a colocar a disposição de todos os jovens que queiram estudar e formar-se livremente, assim como os deficientes que também estão a se beneficiar com a paz”, realçou.

De acordo com Silva Etiambulo, com a paz só se pode agradecer ao Governo que através do Ministério da Administração Publica, Emprego e Segurança Social pensou criar um projeto (Vem Comigo) que está a permitam integrar, a nível nacional, no processo produtivo um numero significativo de deficientes.

“Já não estamos a ver deficientes a mendigar nas ruas porque regressaram as suas zonas de origem, uma vez que há mais segurança no país e estamos a conseguir a reabilitação física de um elevado número de portadores de deficiência em centros
apropriado, fatos só possíveis uma vez alcançada a paz”, realçou.

 

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12/04/2009

 

Cuba reafirma disposição em formar médicos angolanos



Luanda – O diretor do Centro Internacional de Restauração Neurológica de Cuba, Julian Alvarez Blanco, disse hoje, em Luanda, que a sua instituição está disposta a capacitar médicos angolanos na área de Neurologia.

O acadêmico que falava, à Angop, a sua chegada ao país a convite da Secretaria de Estado para o Ensino Superior, adiantou que Cuba está disposta a transmitir a sua experiência a Angola.

“Neste momento sei que está um grupo de médicos angolanos a receber formação em Cuba, e sempre que o governo de Angola quiser, estaremos dispostos a receber e a formar os profissionais angolanos, particularmente na área da Neurologia”, afirmou.

Revelou que a sua vinda a Angola soa a regresso, uma vez que já cá esteve há alguns anos atrás como “convidado para poder explicar a classe acadêmica e a sociedade, o desenvolvimento científico que Cuba teve no geral e em particular a instituição que dirijo”.

Consta do programa de visita de Julian Blanco uma palestra a ser ministrada sexta-feira, dia três, aos docentes e discentes da Faculdade de Medicina da Universidade Agostinho Neto.

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11/04/2009

Sua proposta de vida não foi atendida por muitos.
Condenaram este homem e crucificaram-no ignorando todos os seus propósitos de um mundo melhor.
Houve dor, angústia e escuridão.
Por três dias o sol se recusou a brilhar, a lua se negou a iluminar a Terra, até que o terceiro dia a vida acontecia.

A páscoa existe para nos lembrar deste momento inigualável chamado ressurreição.
Ressurreição do sorriso, da alegria de viver, do amor.
Ressurreição da amizade, da vontade de ser feliz.
Ressurreição dos sonhos, das lembranças.

E de uma verdade que está acima dos ovos de chocolates ou até dos coelhinhos da páscoa.
Cristo morreu, mas ressuscitou.

E fez isso somente para nos ensinar a matar os nossos piores defeitos e ressuscitar as maiores virtudes sepultadas no íntimo de nossos corações.

Que este seja o verdadeiro da minha, da sua, da nossa Páscoa, que possamos encontrar amor, carinho, paz, fraternidade, companheirismo, porque isso sim é o verdadeiro sentido da Páscoa.

Feliz Páscoa para todos

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30/03/2009

Mecanagro prevê desbravar mais de 400 hectares de terra em Katchiungo

 

A empresa de mecanização agrícola (Mecanagro) prevê desbravar, este ano, gratuitamente, no município do Katchiungo (província do Huambo), 430 hectares de terra de famílias camponesas naquela circunscrição, segundo soube hoje (segunda-feira) a Angop.

Em declarações à Angop, o chefe municipal da Estação de Desenvolvimento Agrícola (EDA), Alcino Tito Nguingui, revelou que a direcção da empresa de mecanização agrícola já disponibilizou um tractor, que vai ajudar as famílias camponesas no alargamento das áreas de cultivo.

"Numa primeira fase, o processo de solicitação será livre para os interessados, contribuindo apenas com o combustível para o funcionamento do tractor e a preparação das áreas de cultivo para próxima época agrícola 2009/2008" deverá iniciar brevemente, disse o responsável da EDA.

A fonte referiu ainda que o município do Katchiungo necessita de pelo menos quatro tractores face ao elevado número de fazendas que estão a ser exploradas na presente época agrícola, naquela circunscrição.

Uma região potencialmente agrícola, o município do Katchiungo, cerca de 62 quilómetros a leste da cidade do Huambo, é forte na produção de milho, feijão, mandioca, batata rena e doce, soja, bem como hortícolas. Tem 50 associações onde estão filiados mais de dois mil e 901 camponeses, 19 cooperativa e mil e 144 famílias camponesas.

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30/03/2009

 

Urbanismo quer parceria privada para lançar programa habitacional

 

O ministro angolano do Urbanismo e Habitação, Sita José, procurou, no sábado, na cidade do Huambo, sensibilizar e mobilizar empresários privados a participarem no Programa Nacional de Habitação previsto para os próximos quatro anos.
Sita José reuniu-se com empresários locais com quem falou sobre as estratégias do sector urbanísticos para o quadriénio 2009/2012. No encontro, que contou com a presença do governador do Huambo, Albino Malungo, o ministro referiu que as actuais condições da economia angolana permitem explorar parcerias estratégicas entre os sectores público e privado interessados em participar no projecto de construção de um milhão de residências, 500 mil das quais para a zona rural.
De acordo com Sita José, o sector precisa de ter uma visão clara das necessidades de residências nas zonas urbanas e rurais, de forma a definir-se o esforço a realizar na implementação do programa, no âmbito das reservas fundiárias.
"Estamos a procurar dialogar com os empreendedores privados porque temos conhecimento de iniciativas, e de algum interesse por parte da classe, que precisam de enquadramento para juntos alcançarmos os objectivos sociais do programa habitacional", reiterou Sita José.
A filosofia do Ministério é realizar urbanizações em zonas fundiárias, de modo a que todas as famílias sejam enquadradas neste processo.
No quadro do programa foram criados dois sub-sistemas, um na vertente da promoção habitacional de interesse social, que vai beneficiar as famílias de baixa e média renda, com acesso ao loteamento e arruamento de espaços, instalação dos sistemas de água potável e energia eléctrica e outros serviços sociais, como educação e saúde.
O segundo sub-sistema está virado para as famílias de média-alta e alta renda, onde a construção é da iniciativa privada.
Como encorajamento aos empresários privados, Sita José deu a conhecer que o Governo continua a elaborar o estudo de viabilidade para, numa primeira fase, instalar no país unidades de produção de materiais de construção, com vista a minimizar os elevados custos de importação.
O governador do Huambo, Albino Malungo, manifestou disponibilidade para apoiar o programa nacional de habitação, tendo em conta as necessidades que a província tem nessa área, onde existem muitos desmobilizados e populações com casas precárias.

 

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30/03/2009

Holanda compra gás angolano do projecto LNG

 

A ministra da Economia da Holanda, Maria van der Hoeven, afirmou hoje (segunda-feira), em Luanda, que o seu país está muito interessado em adquirir o gás angolano do Projeto Angola LNG (Gás Natural Liquefeito), com arranque de produção previsto para 2012.

À saída de uma audiência com o ministro angolano dos Petróleos, Botelho de Vasconcelos, a governante holandesa declarou à imprensa que existem já vários contactos entre empresários holandeses que trabalham na área de energia em Angola.

Maria Hoeven referiu que 19 companhias holandesas, das quais três com representação em Angola, manifestaram já o seu interesse em comprar gás nacional e fazer parte do Projeto LNG.
“Discutimos a possibilidade de empresários holandeses participarem na segunda fase de exploração de gás no Projeto Angola LNG que se encontra atualmente ainda na sua primeira fase de implementação”, disse.

A ministra da Economia do Reino dos Países Baixos salientou que a discussão das áreas a investir pelo seu país em Angola foi outro dos assuntos de realce do encontro com o ministro dos Petróleos, Botelho de Vasconcelos.

Outra questão importante, acrescentou, apresentada ao governante angolano, prende-se com o desejo da Holanda em criar uma “rotunda de gás”, de modo a servir de distribuidor do gás que chega a Holanda, a partir de Angola, para o Noroeste da Europa.

Na ocasião, o ministro dos Petróleos, Botelho de Vasconcelos, referiu que o mundo tem tido uma atenção especial na garantia do fornecimento de energia, pelo fato do gás ser mais uma fonte de energia que tem contribuído para o desenvolvimento de vários países.

“(…) Em Angola, num passado recente, o aproveitamento de gás era para produzir energia nas instalações das plataformas. Hoje que foram criadas condições para que este gás associado ao petróleo pudesse ser aproveitado, criou-se o projeto que o país vem já há algum tempo perseguindo, o projeto LNG, que vai fazer o aproveitamento deste recurso que vai contribuir também para o aumento de
receitas do nosso país”, afirmou.

A ministra da Economia do Reino da Holanda (Países Baixos), Maria Hoeven encontra-se no país desde dia 29 de Março para uma visita de trabalho de quatro dias ao país, no âmbito do reforço das relações de cooperação entre os dois países.
Na manhã de hoje a ministra avistou-se com o seu homólogo angolano, Manuel Júnior e foi recebida em audiência pelo ministro dos Transportes, Augusto da Silva Tomás, assim como participou no Fórum Econômicos, Empresarial, Angola - Países Baixos.

Fonte: Angop.

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28/03/2009

 

Polícia Nacional regista aumento de acidentes de viação

 

Seis pessoas morreram e 33 ficaram feridas em consequência de trinta e sete acidentes de viação, registados entre os dias 09 e 12 do mês em curso, na província do Huambo.

Segundo uma nota da Polícia Nacional, chegada hoje à Angop, os acidentes de viação provocaram ainda prejuízos materiais avaliados em três milhões e 79 mil e 500 kwanzas.

Os acidentes, lê-se na nota, caracterizaram-se em colisão entre veículos automóveis, entre veículos automóveis e velocípedes, choque contra obstáculos fixos, capotamentos e atropelamentos.

Os acidentes ocorreram nos municípios do Huambo, capital da província, com 32 casos, Caála (4) e Bailundo (1), tendo sido provocados por excesso de velocidade, falta de precaução dos automobilistas, mudanças de direcções irregulares e não cedência de prioridade.

Fonte: Angop.

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23/03/2009

 

Concluídos mais de 300 metros da ponte sobre o rio Catumbela

 

Trezentos e trinta e quatro metros de tabuleiro da ponte rodoviária sobre o Rio Catumbela, na província de Benguela, foram concluídos, do total de 438 previstos - soube a Angop no local.

A conclusão da nova ponte sobre o rio Catumbela, prevista para Junho de 2009, registrou nos últimos dias avanços significativos.

A elevação das torres está na sua 12ª fase, faltando apenas uma betonagem para a sua conclusão.

O tabuleiro da ponte está iniciado em ambas torres, encontrando-se betonadas as aduelas 11 da torre dois e 12 da torre um.

Atualmente estão a ser feitos trabalhos de cofragem e armaduras no viaduto de acesso do lado da cidade do Lobito. O da cidade de Benguela encontra-se concluído.

Na execução da obra Já foram aplicados aproximadamente 14 mil metros cúbicos de betão, um milhão e 300 mil quilogramas de aço e executados 30 mil metros quadrados de cofragem.

A ponte possuirá 438 metros de comprimento e dará passagem à via constituída, em cada sentido de circulação, por uma berma de 1,20 metros e duas vias de rodagem, uma com 3,30 e outra com 3,50 metros.

A obra dispõe de dois passeios para peões com 1,50 metros de largura útil, perfis de segurança e guarda corpos conduzindo a uma largura total de 24,50 metros.

A ponte é constituída por um tabuleiro em betão armado pré-esforçado com três tramos de 64, 160 e outros 64 metros de suspensão a partir de duas torres de betão armado com forma de “U”através de cabos múltiplos repartidos e afastados de 8,00 metros entre si ao longo do tabuleiro.

Para o acesso à ponte existem dois viadutos, um com 90 metros de extensão na margem esquerda e outro com 60 na margem direita. Os viadutos são contínuos e têm vãos correntes de 30 metros.

A empreitada a cargo de um consórcio formado pelas empresas Mota-Engil e Soares da Costa, teve início em Maio de 2007.

 

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22/03/2009

 

Empresa angolana investe na recuperação de hotel no Huambo

 

A empresa angolana Rodomerk vai investir 40 milhões de dólares na recuperação, modernização e apetrechamento do hotel Lago do Parque, na baixa da cidade do Huambo, afirmou o presidente da empresa, Ramiro Manuel Barreira.

Em declarações à agência noticiosa angolana Angop, após a apresentação oficial do projecto aos membros do governo da província, Barreira disse que as obras terão início em Maio próximo e irão durar entre 18 e 24 meses.

O hotel Lago do Parque, erguido há quase 30 anos mas que nunca chegou a funcionar, vai ocupar, de acordo com o presidente da Rodomerk, uma área de 37500 metros quadrados.

Ramiro Manuel Barreira disse que o hotel Lago do Parque terá quatro estrelas e a sua entrada em funcionamento irá criar 210 novos postos de trabalho.

A província do Huambo tem em funcionamento, neste momento, três hotéis de três e quatro estrelas, além de 16 pensões, duas residenciais e um aparthotel.

Em curso estão as obras de construção de dois novos hotéis, de 4 e 5 andares, recuperação de outros dois, de 10 e 5 andares, todos eles localizados na cidade do Huambo, que possui ainda outros dois hotéis, de 4 e 7 andares que aguardam por recuperação e um aparthotel, com cerca de 30 apartamentos, em vias de conclusão.

A província do Huambo ocupou, até 1992, o segundo lugar no sector hoteleiro de Angola, depois de Luanda, capital do país.

Fonte: Macauhub

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21/03/2009

Obras na barragem do Ngove decorrem satisfatóriamente

 

As obras de reconstrução da barragem hidroelétrica do Ngove, localizada a 119 quilômetros da cidade do Huambo, estão a decorrer satisfatoriamente, por formas a que na data prevista o referido empreendimento esteja pronto para a sua inauguração, segundo disse quarta-feira, no Huambo, o diretor geral do Gabinete para Administração da Bacia Hidrográfica do Cunene (GABHIC), Armindo Gomes da Silva.


Acrescentou que a construtora brasileira Odebrecht, encarregue pelas obras, tem já concentrado no local todo o equipamento necessário para dar inicio aos trabalhos da segunda fase consubstanciados na reconstrução das galerias da barragem assim como alteá-la para possuir mais dois metros de altura.

Armindo Gomes da Silva disse ainda que, apesar de se notar um ligeiro atraso na montagem da central hidroelétrica, o cronograma de execução física está a ser cumprido, deixando antever que até ao final deste ano a barragem será concluída, incluindo a montagem de equipamentos.


Quanto aos trabalhos de requalificação da zona envolvente da barragem, assim como da ampliação e modernização do aeródromo local, disse estarem a decorrer igualmente a um ritmo aceitável.



"Estamos apenas com um ligeiro atraso na central de produção de energia (lote 4) porque as cartas de crédito e o financiamento foram mais difíceis", explicou.

Já no lote dois, aeródromo, as obras estão muito mais adiantadas, estando em fase conclusiva os trabalhos de construção do edifício da aerogare e a própria pista, para permitir a evacuação de trabalhadores que contraem ferimentos graves motivados por acidentes de trabalho.

Justificou que por escassez de verbas, os trabalhos no lote três, onde está a ser erguida a vila dos operários, os serviços de administração, centro de formação e outras mais infra-estruturas de apoio, decorrem a um ritmo pouco acelerado em relação aos lotes 1 e 2.


Sublinhou que no próximo mês o lote quatro, correspondente a central de produção de energia, serão intensificadas as obras para construção da conduta forçada e também do edifício central onde serão montadas as três máquinas de 20 megawatts cada.

O diretor geral do GABHIC garantiu, entretanto, que após a conclusão dos trabalhos nos quatro lotes, a barragem do Ngove deverá se tornar numa espécie de laboratório para as demais que serão reabilitadas, nos próximos anos, nas províncias do centro e sul de Angola.


Armindo Gomes da Silva disse, por outro lado, que neste momento regista-se uma redução de intensidade do andamento das obras, nos quatro lotes, devido ao processo de formação dos operários não qualificados, que está a ser desenvolvido por especialistas vindos da barragem de Kapanda, na província de Malange, e de outros que estão a executar obras de engenharia civil em Luanda.


Para a reabilitação da barragem do Ngove, incluindo também a requalificação da sua zona envolvente e a ampliação e modernização do seu aeródromo, cujas obras estão a ser executadas por quase 610 trabalhadores, dos quais 87 especialistas de nacionalidade brasileira, o governo de Angola disponibilizou 150 milhões de dólares.


A barragem irá produzir uma média anual de 150 gigawatts/hora de energia elétrica, a ser distribuída pelas cidades do Huambo e do Kuito (Bié), além de poder armazenar três milhões de metros cúbicos de água, que será distribuída pelas províncias do Huambo, Huíla, Namibe, Bié e Cunene.

As obras de construção da barragem do Ngove iniciaram em 1969, tendo sido interrompidas em 1975 devido ao conflito armado. Em 1983 foram retomados os trabalhos, mas em 1986 foram novamente interrompidos.

A intervenção de salvamento desta barragem, que em 1990 foi dinamitada tendo causado a sua destruição parcial, teve seu início em meados do ano 2001 por iniciativa do GABHIC, cujos trabalhos prolongaram-se até princípios de 2004.

 

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